sexta-feira, 22 de junho de 2007

Prelimpimpins

Auto-estima - Pózinhos de…:

- Não tentar sempre agradar, ninguém é santo, nem tem a obrigação de se comportar como tal!
- Gozar imensamente muito as vitórias, mesmo que na prática sejam mínimas e tenham custado os olhos da cara.
- “O que não tem remédio, remediado está”, não vale a pena stressar ou culpabilizarmo-nos pelo que já passou ou pelo que ainda há-de vir...é auto-destrutivo.
- Dizer que não, sem medos, definir o que não admitimos.
- Dar opinião contrária, e gerar conflito não faz mal nenhum, e ajuda ambas as partes.
- Um desenho do Eu, com texto a explicar, conhecermo-nos: se soubermos muito bem as fraquezas e coisas que não dominamos, já não vamos abaixo quando elas acontecem.
- Ser egoísta, colocar-se em primeiro plano de vez em quando, quer seja psicologicamente, quer fisicamente (por exemplo, nem sempre dar passagem aos outros nas portas, escadas, etc...)
- Técnicas de respiração e relaxamento
- Pensamento positivo, se realmente fazemos e nos esforçamos por fazer, não há razão nenhuma para pensar que poderá correr mal, pelo contrário...à partida, sendo inteligente, organizada e com alguma pratica, tudo o que fazemos vai sair excelente.
- Ouvir e perguntar coisas aos outros sobre nós! E não menosprezar os elogios nem bloquear com as criticas
- Mas primeiro que se melhore ainda se vai dar muitas cabeçadas na parede, mas “no problem” vai resultar maravilhosamente e obviamente vamos conseguir.
- Existem pelo menos três pessoas que nos aturam tudo, portanto aproveitamos enquanto elas têm o tempo todo para nós.
- Objectivamente praticamente nada na vida se controla, algumas coisas nem vale a pena, mas dá uma segurança do caraças tentar ter tudo controlado... mas o controlo excessivo põe em causa a nossa sanidade mental, o meio termo é adequado, e mesmo assim muitas vezes não funciona.
- Pensamento positivo generalizado
- Muitas vezes corre tudo ao contrário.
- Muito importante: não criar muros
- Fazer lista do que devíamos ter feito, discutido, não dito ...se possível falar com pessoa, agora que já passou, e a emoção já não é tanta… (para aprender, não para mortificar nem remoer)

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